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sábado, 6 de junho de 2009

6º Capitulo - Same mistakes

http://www.youtube.com/watch?v=DKflHMIQ9rM

A minha tia suicidou-se há alguns meses – continuou a voz feminina. – Ela passou quase oito sem vontade de sair do quarto, comia, engordava, fumava, tomava calmantes, e dormia a maior parte do tempo. Tinha duas filhas e um marido que a amava.

Bill tentou moer a cabeça na direcção da voz, mas era impossivel.

- Só a vi reagir uma única vez, quando o marido arranjou uma amante. Então ela fez escândalos, perdeu alguns quilos, partiu copos e, por semanas inteiras, não deixava a vizinhança dormir com os seus gritos. Por mais absurdo que pareça acho que foi a sua época mais feliz, lutava por alguma coisa, sentia-se viva e capaz de reagir ao desafio que se colocava diante dela.

“ O que tenho eu a ver com isso?”, pensava Bill, incapaz de dizer algo. “ Eu não sou a sua tia, não tenho mulher, muito menos um marido!”

- O marido acabou por deixar a amante- continuou a mulher.- A minha tia, pouco a pouco, voltou á sua passividade habitual. Um dia, telefonou-me a dizer que estava disposta a mudar de vida, parara de fumar. Na mesma semana, depois de aumentar o número de calmantes por causa da ausência do cigarro, avisou todos de que estava disposta a matar-se. Ninguém acreditou. Certa manhã, ela deixou-me um recado no atendedor de chamadas, a despedir-se, e matou-se com gás. Eu ouvi essa mensagem várias vezes, nunca ouvira a sua voz tão tranquila, conformada com o próprio destino, Dizia que não era nem feliz bem infeliz, e por isso não aguentava mais.

Bill sentiu compaixão pela mulher que contava a história, e que parecia tentar compreender a morte da tia. Como julgar, num mundo onde se tenta sobreviver a qualquer custo, aquelas pessoas que decidem morrer?

Ninguém pode julgar. Cada um sabe a dimensão do próprio sofrimento, ou da ausência total de sentido da sua vida. Bill queria explicar isso, mas o tubo na sua boca fez com que se engasgasse, e a mulher veio ajudá-lo.

Viu-a debruçar-se sobre o seu corpo amarrado, entubado, protegido contra a sua vontade e o seu livre-arbítrio de destrui-lo. Mexeu de um lado para o outro com a cabeça, implorando com os seus olhos para que tirassem aquele tubo, e o deixassem morrer em paz.

- Você está nervoso – disse a mulher. – Não sei se está arrependido, ou se ainda quer morrer, mas isso não me interessa. O que me interessa é cumprir a minha função, no caso do paciente se mostrar agitado, o regulamento exige que eu lhe dê um sedativo.- Bill parou de debater-se, mas a enfermeira já lhe dava a injecção no braço. Em pouco tempo, estava de volta a um mundo estranho, sem sonhos, onde a única coisa de que se lembrava era do rosto da mulher que acabara de ver : olhos verdes, cabelo escuro, e um ar totalmente distante, de quem faz as coisas porque tem que fazer, sem jamais perguntar porque o regulamento manda isto ou aquilo.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

5ºCapitulo - Crazy


Quando abriu os olhos, Bill não pensou “Isto deve ser o céu.” O céu jamais utilizaria uma lâmpada fluorescente para iluminar o ambiente, e a dor – que apareceu numa fracção de segundos depois, era tipíca da Terra. Ah, esta dor da Terra – ela é única, não pode ser confundida com nada.
Quis mexer-se, e a dor aumentou. Uma série de pontos luminosos apareceram, e mesmo assim Bill continuou a entender que aqueles pontos não eram estrelas do Paraíso, mas consequência do seu intenso sofrimento.
- Recuperou a consiência- ouviu uma voz de mulher. – Agora você está com os dois pés no Inferno, aproveite.
Não, não podia ser, aquela voz estava a enganá-lo. Não era o Inferno , porque sentia muito frio, e notara que tubos de plástico saíam da sua boca e do nariz. Um destes tubos, o que estava enfiado pela sua garganta abaixo, dava-lhe a sensação de sufocar. Quis mexer-se para tirá-lo, mas os braços estavam amarrados.
- Estou a brincar, não é o Inferno- continuou a voz.- É pior que o Inferno onde, aliás, eu nunca estive. É Carrano Bueno.
Carrano Bueno, o famoso e temido asilo de loucos, que existe desde 1974, ano da liberdade do país. Naquela época, um grupo de empresários europeus conseguiu licença para instalar um hospital de doentes mentais num artigo quartel, abandonado por causa dos altos custos de manutenção.
Porém, aos poucos, os empresários ficaram preocupados: o dinheiro para o investimento viera de capitalistas espalhados por diversas partes do mundo, cujos nomes nem sabiam – de modo que era impossível sentar-se diante deles, dar algumas desculpas, pedir que tivessem paciência. Resolveram o problema adoptando práticas nada recomendáveis para um asílo psiquiátrico, e Carrano Bueno passou a simbolizar o que havia de pior no país : bastava pagar para se conseguir vaga. Muitas pessoas, quando queriam livrar-se de algum membro da familia por causa de discussões sobre heranças ou comportamento inconveniente, gastavam uma fortuna e conseguiam um atestado médico que permitia o internamento dos filhos ou pais criadores de problemas. Outros, para fugir de dividas, ou justificar certas atitudes que podiam resultar em longos períodos de prisão, passavam algum tempo no asílo e saíam livres de qualquer cobrança ou processo judicial.
Carrano Bueno, o lugar de onde ninguém jamais tinha fugido. Que misturava os verdadeiros loucos, enviados pela justiça, ou por outros hospitais, com aqueles que eram acusados de loucura, ou fingiam insanidade. O resultado era uma verdadeira confusão, e a impressa publicava constantemente histórias de maus tratos e abusos, embora jamais tivesse permissão de entrar e ver o que estava a acontecer. O governo investigava as denúncias, não conseguia provas, os accionistas ameaçavam espalhar que era difícil fazer investimentos externos no país, e a instituição conseguia manter-se de pé, cada vez mais forte.

segunda-feira, 30 de março de 2009

4ºCapitulo- Going under

Daqui a pouco, porém, teria a última experiência da sua vida, e esta prometia ser muito diferente: a morte. Procurou imaginar como seria morrer, mas não conseguiu chegar a nenhum resultado. No entanto, não precisava de se importar com isso, pois saberia daqui a pouco minutos.

Quantos minutos?

Não tinha ideia. Mas deliciava-se com o facto de que ia conhecer a resposta para o que todos se perguntavam : Deus existe?Ao contrário de muita gente, esta não fora a grande discussão interior da sua vida. No antigo regime comunista, a educação oficial dizia que a vida acabava com a morte, e ela acabou por se acostumar com a ideia.

Aos 24 anos, depois de ter vivido tudo que lhe fora permitido viver- e olha que não foi pouca coisa! – Bill tinha quase a certeza de que tudo acabava com a morte. Por isso escolhera o suicídio: liberdade, enfim. Esquecimento para sempre.

No fundo do seu coração, porém, restava a dúvida: e se Deus existe? Milhares de anos de civilização faziam do suicídio um tabu, uma afronta a todos os códigos religiosos: o homem luta para sobreviver, e não para entrgar-se. A raça humana deve procriar. A sociedade precisa de mão-de-obra. Um casal necessita de uma razão para continuar junto, mesmo depois do amor deixar de existir, e um país precisa de soldados, políticos e artistas.

Se Deus existe, o que eu sinceramente não acredito, entenderá que há um limite para a compreensão humana. Foi Ele quem criou esta confusão, onde há miséria, injustiça, ganância, solidão. A sua intenção deve ter sido optima mas os resultados são nulos; se Deus existe, Ele será generoso para com as criaturas que desejaram ir-se embora mais cedo desta Terra, e pode até mesmo pedir desculpas por nos ter obrigado a passar por aqui” Que se danassem os tabus e superstições. A sua religiosa avó dizia: “ Deus conhece o passado, o presente e o futuro.” Nesse caso, já o havia colocado neste mundo com a plena consciência de que ele acabaria por se matar, e não iria ficar chocado com o seu gesto.

Bill começou a sentir um leve enjoo, que foi crescendo rapidamente. Em poucos minutos, já não podia mais concentrar-se na praça do lado de fora da sua janela. Sabia que o Verão estava a terminar, devia ser á volta de 10 da noite, e o Sol ja se tinha posto á algum tempo. Sabia que outras pessoas continuariam a viver : nesse momento, uma rapariga passava diante da sua janela, e viu-o, sem no entanto ter a menor ideia de que ele estava prestes a morrer. Um grupo de músicos lisboetas.

Será que consiguiria ouvir até ao fim os músicos que estavam na praça? Seria uma bela recordação desta vida: a noite, a melodia da música que contava os sonhos do outro lado do mundo, o quarto aquecido e aconchegado, a rapariga bonita e cheia de vida que passava, resolvera parar, e agora encarava-o. Como percebia que o remédio já estava a fazer efeito, era a última pessoa que via.

Ela sorriu. Ele retribuiu o sorriso - não tinha nada a perder. Ela acenou; ele resolveu fingir que estava a olhar para outra coisa, afinal a rapariga estava a querer ir longe de mais. Desconcertada, ela continuou o seu caminho, esquecendo para sempre aquele rosto na janela.
O estômago, agora, começava a dar voltas, e ele sentia-se muito mal. “Engraçado, pensei que uma dose excessiva de calmantes me faria domir imediatamente.” Mas o que estava a acontecer era muito estranho zumbido nos ouvidos e a sensação de vómito.

“Se vomitar, não morro.”

Decidiu conter as cólicas, procurando concentrar-se na noite que se vivia lá fora, nos lisboetas, nas pessoas que passeavam pela praça. O barulho nos ouvidos tornava-se cada vez mais agudo, e – pela primeira vez desde que tomara os comprimidos – Bill sentiu medo, um medo terrível do desconhecido. Mas foi rápido. Depressa perdeu a consciência.

sexta-feira, 13 de março de 2009

3ºCapitulo - Lost


Olhou pela janela do hotel que dava para uma pequena praça de Lisboa.” Espero que Tom, me desculpe, espero que não se mate a seguir, os nossos pais não iriam suportar tal perda.” Foi então que Bill descobriu uma maneira de passar o tempo - já que dez minutos haviam transcorrido, e ainda não notara qualquer diferença no seu organismo. O último acto da sua vida ia ser escrever uma carta para a jornalista da revista Bravo, explicando que não era homosexual e que nunca era visto com namoradas porque não confiava em nenhuma rapariga que se aproximava dele, e devido a isso não as tinha. E assim deixaria a carta como o seu bilhete de suicídio. Quando encontrassem o seu corpo, concluiriam que se matou porque uma revista dizia que era homosexual. Este riu com a polémica nos jornais, com gente a culpar os jornalistas do seu suicídio. No entanto ficou impressionado com a rapidez com que mudara de ideia, já que momentos antes pensara exactamente o oposto – o mundo e os problemas da falta de compreensão das pessoas não lhe dizia respeito.
Escreveu a carta. O momento de bom humor fez com que quase tivesse outros pensamentos a respeito da necessidade de morrer, mas já tinha tomado os comprimidos, era tarde de mais para voltar atrás. De qualquer maneira já tivera momentos de bom humor como esse, e não se estava a matar porque era um homem triste, amargo,vivendo em constante depressão. Acreditava ser uma pessoa absolutamente normal. A sua decisão de morrer devia-se a duas razões muito simples.
A primeira razão : tudo na sua vida de super star era stressante, não podia sair á rua que milhões de flash’s caiam sobre sim, era perseguido diariamente por pessoas que nem conhecia, era alvo de rumores e mentiras. Tudo isso o deixava sem vontade de viver, sem paciencia para o que viesse aseguir, mesmo com o apoio das suas fãs, da banda, do staff, e principalmente da familia, a pressão tornava-se insuportavél.A segunda razão: Bill sempre sonhara em encontrar o amor da sua vida, poder partilhar todas as infelicidades e felicidades com alguem que o amasse verdadeiramente e que este amasse também, mas devido á fama essa procura tornou-se mais dificl, todas as raparigas por quem ele se interessava só queriam o seu dinheiro e fama. Tudo estava errado, e ele não tinha como reparar qualquer situação- o que lhe dava uma sensação de inutilidade total.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

2ºCapitulo – The Kill



Bill pedira os comprimidos ao staff da banda, durante seis meses, muitos lhe recusaram, tendo assim de inventar a desculpa das insonias para o conseguir. Ao principio achava que nunca os iria conseguir, chegara a considerar a possibilidade de cortar os pulsos. Mesmo sabendo que ia acabar por encher o quarto de sangue, deixando o seu irmão confuso e preocupado, um suicídio exige que as pessoas pensem primeiro em si mesmas, e depois nos outros. Estava disposto a fazer todo o possivel para que a sua morte não causasse muito transtorno, sendo isso quase impossivel, pois o seu irmão nunca o iria perdoar por tal Bill pensar só em si, por deixar Tom sozinho num sonho que ambos desejavam, mas se cortar os pulsos fosse a única possibilidade, então não havia outra hipótese – e as empregadas do hotel que limpasse o quarto.

É claro que ele também podia atirar-se de um dos poucos prédios altos de Lisboa, mas e o sofrimento que tal atitude acabaria por causar aos seus pais e irmão? Além do choque de descobrir que um dos seus filhos morrera, ainda seriam obrigados a identificar o corpo desfigurado: não, esta era uma solução pior do que sangrar até á morte, pois deixaria marcas indeléveis em três pessoas que só queriam o seu bem que que retibuiam um amor recíproco.

Tiros, quedas de prédios, enforcamento, nada disso combinava com a sua natureza. Bill sabia que a vida era uma questão de esperar sempre a hora certa para agir. E assim foi, Tobi e Saki, sensibilizados com as suas queixas de que não conseguia dormir, arranjaram, cada um, duas caixas de uma droga poderosa, que era utilizada por músicos de uma discoteca local. Bill deixou as quatro caixas na sua mesa de cabeceira durante uma semana, namorando a morte que se aproximava, e despedindo-se, sem qualquer sentimentalismo, daquilo a que chamavam Vida.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

1º Capitulo – I Caught Myself


No dia 16 de Setembro de 2013, Bill decidiu que havia chegado o momento de morrer. Ao fim de uma vida de sucesso e fama, juntamente com o seu irmão gêmeo, Tom, e os seus dois amigos, Georg e Gustav, Bill, contráriamente aos restantes, decide por fim ao seu sonho, fim a uma vida que desejava, mas acabara por destrui-lo aos poucos. Vida de famoso.

Nessa mesma noite, num quarto de mais um hotel luxuoso, que o staff da banda fazia questão que estes se instalassem enquanto andavam em digressão, resolveu fazer da sua morte de maneira diferente, contráriamente a outras caras conhecidas, que desapareciam e morriam por ai, ou atiravam-se de prédios ou pontes abaixo. Bill resolveu morrer da forma menos dolorosa, ou pelo menos pensava ele que era. Por isso arrumou o seu quarto de hotel, desligou o ar-condicionado, tomou um relaxante duche, vestiu-se, lavou os dentes e deitou-se.

Da sua mesa de cabeceira, tirou as suas quatro caixas de comprimidos para dormir, que tinha pedido ao staff da banda com a desculpa que andava com insónias. Ao invés de amassá-los e misturá-los com água, resolveu tomá-los um a um, já que existe uma grande distância entre a intenção e o acto, e Bill queria estar livre para se arrepender a meio do caminho, uma coisa que era quase impossivel, mas mesmo assim nunca se sabe. No entanto a cada comprimido que engolia, sentia-se mais convencido, e ao fim de cinco minuto, as caixas já estavam vazias.

Como não sabia exactamente quanto tempo ia demorar a perder a consciência, deixara em cima da cama uma revista portuguesa, que também existia na Alemanha, Bravo, edição daquele mês, recém-chegada ao hotel.Embora não tivesse grande interesse em revistas de adolescentes, ao folhear descobrira um artigo sobre a sua banda, os Tokio Hotel. Enquanto esperava a sua morte, Bill começou a ler o artigo. Do pouco Português que percebe Bill, consegui perceber que o artigo era sobre ele e a suposta homosexualidade. Havia fotografias dele com o seu grande amigo modelo, Mikhail, também este Alemão, no dia em que tinham ido á inaugoração do Starttis juntos, pois ambos não tinham companhia.Mas segundo a revista não era só um encontro de amigos.

Para sua supresa, porém, a primeira linha do texto tirou-o da sua passividade natural (os calmantes ainda não se tinham dissolvido no seu estômago, mas Bill já era passivo por natureza), e fez com que pela primeira vez na sua vida, considerasse como verdadeira uma frase que estava muito em moda entre os seus amigos “Nada neste mundo acontece por acaso.”

Porquê aquela primeira linha, justamente num momento em que tinha começado a morrer? Qual a mensagem oculta que aquele artigo, devia transmitir, se é que existe mensagens ocultas ao invés de coincidências?

Sob uma fotográfia de Bill e Mikhail, a jornalista começava o artigo perguntando “ Será está a apresentação oficial do namorado de Bill Kaulitz?”

“Que pergunta mais estupida, ele é só um amigo, eu não sou homosexual”, pensou. “Será dificil de perceber isso depois de eu próprio o dizer.”

Deixou a revista de lado, mão lhe interessava agora ficar indignado com um mundo que ignorava por completo a verdade a seu respeito, não acreditava na sua palavra e insistia em inventar mentiras a seu respeito, só porque nunca fora visto com uma namorada. Era altura de ter orgulho em si mesmo, saber que fora capaz, finalmente tivera coragem, deixava esta vida: que alegria! E fazia-o da maneira com que sempre sonhara, através de comprimidos, que não deixavam marcas.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Para lá do imaginário - Introdução+Capa


Muitos de nós pensamos que pessoas como Bill Kaulitz, vivem num mundo á parte, onde podem fazer tudo, pois têm dinheiro para isso, onde podem viver como quiserem e bem lhe apetecem, onde conseguem tudo o que querem, mas o mais importante onde são realmente felizes. No entanto, estamos enganados, e a prova disso é os diversos suicidios de pessoas que para nós são felizes, que demostram que estão felizes, mas lá no fundo a unica coisa que querem é descanso, paz, sossego e por fim morrer. Bill é mais um dos muitos famosos a que a fama levou á distruição não exterior mas sim interior.
Este sempre sonhara com o verdadeiro amor, em encontrar alguém que o fizesse feliz e que lhe desse o amor que tanto procurará ao longo da sua vida, mas com a fama da sua banda, encontrar esse amor tornava-se cada vez mais dificil. Agora, Bill, não sabia quando uma rapariga chegava perto dele por interesse ao seu dinheiro ou por amor. Agora Bill não iria conseguir encontrar o verdadeiro amor. Por isso logo ao principio da sua carreira decidirá afastar todas as raparigas que se aproximavam dele, Bill tornara-se desconfiado, tornara-se amargo e acima de tudo infeliz. Ver o irmão a comer todas as raparigas que lhe apareciam á frente ainda fazia pior, lá no fundo, Bill tinha ciumes de Tom, por este nunca se preocupar se as raparigas com que ele ia para a cama eram intereseiras ou não, para Tom só lhe importava o sexo, o prazer de atingir o orgasmo todas as noites, de preferencia com uma rapariga diferente todas as noites. Mas Bill, não queria isso, achava a atitude de Tom nojenta e era incapaz de fazer igual.
Mas, bem, não estou aqui para vos contar a vida que os irmãos Kaulitz tiveram durante a sua fama, não estou aqui para contar as experiencias sexuais de Tom, nem os desgostos e desconfianças de Bill, mas sim para contar a morte, ou suposta morte, de Bill Kaulitz.